“A gente estimula o máximo possível para que as prefeituras, o estado, desenvolvam parcerias com os pesquisadores, para instalarmos essas câmeras no maior número de locais possível. Ai poderemos ter uma noção de como esses animais estão distribuídos no ambiente, o que pode ajudar as políticas públicas de preservação, por exemplo, estabelecendo corredores ou ampliando as áreas de mata nativa”, disse o professor da Unifal, Rogério Grassetto Teixeira da Cunha.